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Os planos do Insper para renovar o ensino tradicional

02/07/2015 -

Em matéria a Stella Campos, da revista Valor Econômico em 15 de junho de 2015, Marcos Lisboa, novo diretor-presidente do Insper – parceira da Blackboard desde 2010 – fala sobre a maneira de medir o aprendizado em sala de aula e incentivar mais o pensamento crítico dos alunos.

O economista Marcos Lisboa se empolga ao dizer que seu dia de trabalho não tem hora para acabar. Para quem já foi secretário de política econômica do Ministério da Fazenda (2003-2005) e vice- presidente de um banco de grande porte como o Itaú Unibanco, dirigir uma escola poderia ser uma tarefa um pouco mais leve. Ele, no entanto, diz que não é. “O Insper é um projeto diferente de tudo o que existe no Brasil.”

Lisboa está desde abril no comando da instituição de ensino privada, mas sem fins lucrativos, localizada na cidade de São Paulo, que oferece cursos de graduação e pós-graduação. Ele diz que seu desafio no cargo não é apenas fazer o Insper atrair e formar a futura elite de pensadores do país, mas revolucionar a forma como se ensina hoje algumas disciplinas tradicionais como engenharia, economia e administração.

A proposta é pretensiosa, mas seus mentores a levam a sério. Quando foi chamado em 2013 por Claudio Haddad, um dos fundadores da escola, para assumir a vice- presidência com a intenção de prepará-lo para a sua sucessão este ano, Lisboa já estava familiarizado com os objetivos do Insper. “Sempre fui um admirador porque isso aqui é uma imensa doação de tempo e recursos de pessoas dispostas a viabilizar uma instituição de qualidade”, diz.

Em dois anos, Lisboa, que tem Ph.D. pela Universidade da Pensilvânia, fez pesquisas, deu aulas e passou por todos os departamentos da escola, do financeiro ao de tecnologia. Atualmente, mantém reuniões semanais com Haddad, que responde agora pela presidência do conselho, depois de ficar 16 anos no comando.

Uma das principais metas do Insper para os próximos cinco anos, segundo o novo diretor- presidente, é promover a consolidação da faculdade de engenharia, inaugurada este ano. A primeira turma tem 89 alunos. Até 2019, quando eles estiverem se formando, terão sido investidos mais de R$ 130 milhões nessa área. Esse investimento inclui a construção de um novo prédio e mais laboratórios. Os recursos vêm de doações. “É assim que tudo acontece aqui. Estamos sempre correndo atrás”, diz Lisboa.

O que faz da engenharia a “menina dos olhos” do corpo diretivo do Insper é a forma original como os cursos de engenharia mecânica, mecatrônica e computação foram estruturados. A inspiração veio do Olin College, instituição americana que, segundo Lisboa, revolucionou o ensino na área. “Fizemos uma ótima parceria e não temos problema em copiar o que é bom.”

“Existe um grande debate no mundo e no Brasil sobre o perfil do engenheiro que estamos formando e o que o mercado precisa”, afirma Lisboa. No que diz respeito ao conteúdo técnico, ele acredita que o país conta com boas escolas, mas nenhuma tem a preocupação de formar um profissional com uma visão mais abrangente. “Queremos que o engenheiro saiba se comunicar, trabalhar em equipe, que pense como dono e vá atrás de recursos”, diz. Ele defende que o futuro profissional precisa desenvolver a capacidade de analisar os impactos e conflitos associados a qualquer projeto, seja no âmbito social, econômico ou ambiental. “O Brasil vai precisar de gente assim para gerenciar grandes obras.”

Para Lisboa, o curso é inovador e pode servir “de modelo e inspiração para outras escolas, inclusive as públicas”. Ele diz que a vantagem de se começar um programa do zero é que nele é possível experimentar tudo, desde um vestibular onde o trabalho em equipe conta pontos até uma metodologia de avaliação que leva em conta o aprendizado contínuo e não apenas as notas em provas. “Sabemos que para aprender é preciso errar, o que nos interessa é que o aluno no fim do processo tenha entendido, de verdade, aquilo que queríamos que ele aprendesse.”

Para levar adiante esse jeito diferenciado de ensinar, a escola treina vários professores no Olin College, inclusive alguns dos cursos de economia e administração. “A inovação na metodologia de aprendizado na escola de engenharia vai contaminar todas as áreas do Insper, incluindo os programas de extensão”, explica. A ideia é que as disciplinas se conversem.

Lisboa conta que alunos da área de economia, administração e até empreendedores de fora frequentam os laboratórios da engenharia. Eles estão instalados em contêineres coloridos na escola e contam com um material de ponta, como impressoras 3D e cortadores a laser. “O FabLab é uma plataforma de inovação que faz parte de uma rede do MIT que procura aproximar o cidadão comum da manufatura digital”, explica. Às quintas-feiras, a escola abre as portas desse laboratório ao público externo.

O objetivo é criar um ecossistema em torno da inovação para que a escola seja o centro desse processo. “Ver essa garotada debruçada sobre projetos, fazendo protótipos e tentando coisas novas é muito estimulante”, afirma. Lisboa lembra que os primeiros cursos do Insper já eram inovadores. “Introduzimos, por exemplo, a graduação em administração em tempo integral”, conta. Nesse modelo, a dedicação do estudante é de 40 horas semanais. “Ele fica totalmente focado até o terceiro ano, e faz estágio apenas no período de férias”.

Outra novidade foi a ida dos alunos do curso de administração a empresas no sexto semestre. Nesse período, eles vão uma vez por semana ajudar as companhias a solucionarem problemas reais. Então, fazem o diagnóstico junto com um mentor do mercado e propõem soluções que depois são avaliadas por uma banca de especialistas na escola. “É uma operação de guerra. Imagine organizar 150 alunos por semestre, em 30 grupos e que irão para 20 empresas diferentes”, explica. Lisboa diz que existe um departamento dedicado exclusivamente a esse programa, que foi criado há cinco anos.

Atualmente, o Insper tem quase seis mil alunos circulando em seu campus, no bairro Vila Olímpia. O corpo docente é formado por 45 professores e pesquisadores com atuação em tempo integral, 83 professores horistas e 20 dedicados ao doutorado. “Os carros-chefe da escola, segundo Lisboa, são os cursos de graduação e as pós-graduações lato sensu. Mas há também a área de ensino executivo, os MBAs, mestrados profissionais e os cursos customizados para empresas. No segundo semestre deste ano a novidade será o lançamento do doutorado em economia dos negócios, ministrado em inglês.

Além disso, a escola conta com centros de pesquisa em finanças, políticas públicas, estratégia e empreendedorismo. Para garantir que bons alunos cheguem às suas salas de aula, mesmo aqueles que não conseguem pagar uma mensalidade salgada em torno de R$ 3,5 mil, Lisboa diz que a escola vem ampliando seu programa de bolsas, inclusive integrais. Nos cursos de administração e economia, 123 tem bolsas parciais e 35, integrais.

Lisboa diz que o objetivo do Insper, acima de tudo, é formar alunos questionadores. “Queremos contribuir para os grandes debates sobre as políticas públicas do país”. Caminhando à noite pelos corredores da escola, ele chama a atenção para grupos de alunos conversando, que assim como ele, parecem não ter hora para ir embora.

Fonte: Valor Econômico – 15/06/2015

Como a meditação pode ajudar os alunos

24/06/2015 -

Algumas das pessoas mais bem sucedidas no mundo inteiro meditam. A meditação é uma prática antiga e tem sua história remontada às tradições hindus da Antiga Índia. Havia sempre algo um pouco místico ou misterioso sobre meditação, mas a ciência tem demonstrado nos últimos anos que isso não é tão “fantasioso” como muitos pensam. Este artigo destaca os benefícios da meditação e os diferentes métodos que os alunos podem usar na escola ou em atividades extracurriculares e esportes para ter um maior controle emocional sobre si mesmo.

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Photo by Shutterstock

Cinco Benefícios da Meditação

1. Aumenta o foco

Estudos têm demonstrado que a meditação aumenta a capacidade de se concentrar por mais tempo. Isto beneficia os alunos de muitas maneiras, incluindo a possibilidade de prestar atenção em aulas mais longas e, assim, melhorando a absorção do conteúdo. Além disso, os estudantes que meditam têm mais chance de sucesso em testes e exames.

O aumento do foco também beneficia os alunos fora de sala de aula – especificamente nas atividades extracurriculares, como futebol, teatro, música, etc. Algumas escolas já estão começando a integrar a meditação em seu currículo, visando os benefícios que a prática agrega.

2. Melhora a memória

Um estudo de Harvard relatou que, após um estudo de meditação de 8 semanas em que os participantes meditaram por 27 minutos a cada dia, a massa cinzenta na região do hipocampo do cérebro – que é responsável pela aprendizagem e memória – aumentou. Com uma “memória melhor”, os alunos conseguem reter mais informações e apresentar um melhor resultado nas provas. Além disso, uma boa memória significa uma maior capacidade de conciliar muitas ideias e pensamentos diferentes ao mesmo tempo. Esta uma habilidade é muito útil para melhorar o desempenho, a inteligência e ter conversas interessantes.

3. Reduzir a ansiedade e o estresse

De acordo com este artigo o estresse pode causar problemas digestivos, dores de cabeça, insônia, depressão e raiva, entre outros sintomas. Sob condições de estresse crônico as pessoas podem sofrer de infecções virais mais como a gripe. Tragédias, eventos traumáticos, e até mesmo pequenas falhas podem causar o início de uma situação de estresse. Isso é muito notado em adolescentes e estudantes universitários que passam por montanhas-russas emocionais devido às alterações hormonais e outros eventos como a saída da escola e a entrada na universidade. A meditação é uma boa maneira de enfrentar emoções e lidar com esses eventos de maneira saudável.

4. Reduz o cansaço

Um estudo realizado na Faculdade de Medicina da Wake Forest, que mostrou que breves sessões (durante quatro dias) de meditação reduziu a fadiga e aumentou a atenção dos participantes. A faculdade é um momento interessante na vida, onde os alunos dormem irregularmente, consumem alimentos pouco saudáveis e, geralmente, praticam poucos exercícios. Estas são as principais causas do cansaço. A meditação ajuda a reduzir a fadiga nestes momentos.

5. Aumenta a imunidade

Com diversas atividades como escola, trabalho, relacionamentos e atividades sociais, ficar doente tem um impacto negativo no cotidiano. Exercícios, dieta saudável e dormir bem são importantes para sustentar um estilo de vida saudável. A pesquisa da Biblioteca Nacional de Saúde mostra que mesmo um programa de treinamento de meditação de curto prazo pode proporcionar mudanças significativas no sistema imune dos participantes.

 

Tendências em tecnologia para a educação

17/06/2015 -

A cada ano, o New Media Consortium e EDUCAUSE disponibilizam o Relatório Horizon NMC, que olha para a tecnologia e o que provavelmente moldará a educação nos próximos cinco anos. O relatório de 2015 destaca uma série de mudanças fundamentais que os educadores, principalmente os que estão no nível do ensino superior, devem estar cientes. Destacamos quatro tendencias com impacto direto na vida das Instituições de Ensino:

4 Tendências importantes em Tecnologia da Educação

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1. A necessidade de desenvolver culturas de InovaçãoO mundo está mudando e o ensino superior deve mudar com ele. Muitas escolas têm reconhecido esse fato e trabalham para “acomodar” as novas tecnologias e incentivar a inovação. Algumas universidades estão utilizando ideias do mundo dos negócios, o que torna a mudança mais fácil.

Da mesma forma, um número de universidades já abraçou a ideia de que a tecnologia pode e deve ser tratada como um catalisador para melhorar a aprendizagem. Por que não transformar as ferramentas que todo mundo já está usando em um meio para fazer seus cursos melhorarem? Políticas que enfatizem habilidades de alto nível são cada vez mais valorizadas no mundo dos negócios – criatividade, assumir riscos, colaboração e espírito empresarial – ajudam a tornar o ensino superior mais significativo para os alunos tanto no momento quanto no futuro. 

2. Possibilidades de Avaliação e Mensuração
Tecnologia traz consigo um maior acesso aos dados. Faculdades podem coletar dados abrangentes e detalhados sobre como os alunos estão aprendendo, que tipos de métodos de ensino funcionam melhor e que tipos de percursos de educação e de carreira levam ao sucesso. 

3. Aumento do ensino combinado
A aprendizagem online está crescendo em um ritmo bem rápido. Como assinala o relatório, um em cada dez alunos fizeram cursos exclusivamente online em 2012. O ensino combinado pode ser uma inovação ainda maior, pois combina os benefícios da tecnologia de aprendizagem online com a possibilidade de trabalhar com professores frente a frente. Acesso a mais recursos online em qualquer formato ajuda o estudante a aprender melhor tanto dentro quanto fora da sala de aula. Acrescente a isso uma maior disponibilidade de professores em sala de aula e você tem uma ferramenta poderosa que fornece aos alunos o melhor dos dois mundos.

4. Redesenhar os espaços de aprendizagem
Se estamos trazendo mais tecnologia para a sala de aula, a sala de aula também deve mudar para acomodar esta tecnologia. O modelo tradicional do professor na frente de uma sala e que fala para alunos sentados em fileiras ignora as possibilidades do que a tecnologia pode adicionar. Algumas faculdades estão fazendo experiências ao redesenhar o espaço da sala de aula para incentivar a integração da tecnologia e uma maior colaboração entre os alunos. Um exemplo comum disso é uma sala de aula na qual o “palco” é colocado no centro e é “cercado” por mesas redondas para os estudantes.

Outras faculdades estão trabalhando para expandir a ideia para outros espaços. Muitas bibliotecas estão sendo reprojetadas para permitir mais acesso à tecnologia e locais espaçosos  e confortáveis para aprender. A aprendizagem pode acontecer em qualquer lugar se os estudantes tiverem acesso às ferramentas certas.

Apesar de o relatório prever as tendências de tecnologia que vão influenciar a educação nos próximos cinco anos, este é um tempo muito longo no mundo da tecnologia. Estas tendências devem mudar a forma como a educação parece, mas também podem ser tomadas por tecnologias mais recentes. Estamos vivendo um momento marcante para a tecnologia e as novas oportunidades para as escolas e educadores só tende a aumentar.

A tecnologia e sua função na educação

15/06/2015 -

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O Americas Society and Council of the Americas convidou a educadora Lisa Nielsen  para discutir com especialistas e líderes o papel dos meios de comunicação social na educação. O objetivo era observar o que funciona em Nova York e trazer o modelo para outros sistemas de ensino. A seguir, algumas ideias que ela compartilhou com os líderes globais.

Por que estimular os estudantes a usarem as mídias sociais?

Se queremos concorrer a um cargo, administrar um negócio ou mudar a forma como as coisas estão onde trabalhamos ou vivemos temos de ser mais experiente no uso dos meios de comunicação social. É crucial para a faculdade, carreira e para o sucesso na vida. As mídias também ajudam a economizar o tempo no trabalho e para os professores. 

O estudante e sua rede de aprendizagem
Na era das mídias sociais, o professor não é mais o centro de aprendizagem, mas sim o estudante. Uma das coisas mais importantes que um educador pode fazer é apoiar os alunos no desenvolvimento de uma poderosa rede de aprendizagem. É importante ajudar os alunos a se conectarem com outras pessoas que partilham as suas paixões, talentos e interesses. Isso requer a compreensão de como funciona a mídia social, e como encontrar as pessoas certas para se conectar com segurança e responsabilidade. Também requer uma compreensão de como usar estas ferramentas, como colaborar e como utilizá-las para aumentar a aprendizagem.

Conecte-se com especialistas via internet
Você pode encontrar um mundo de especialistas sobre qualquer assunto se dominar ferramentas como o Twitter, por exemplo. Usando ferramentas online, você tem o melhor conhecimento do mundo ao seu alcance.

Mostre o seu trabalho em sala de aula para o mundo

Ouvimos histórias sobre grandes trabalhos acontecendo nas escolas, mas geralmente isso fica “trancado” na escola. A mídia social põe um fim a isso. Veja como alguns professores fizeram isso:

O professor de primeiro grau Erin Shoening usou o Facebook para dar às famílias de seus alunos uma “janela” sobre sua aula.

A professora Courtney Woods usou o Twitter para conectar seus estudantes a vários especialistas.

O que você acha? Algumas dessas ideias poderiam ser implementadas no local onde você trabalha? Quais são os desafios e preocupações que podem aparecer? De que forma você acredita que possa incorporar, com sucesso, as mídias sociais na educação em seu ambiente de trabalho?

 

Tema de casa ainda funciona?

10/06/2015 -

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Se você está confuso sobre a lição de casa, você não está sozinho. Em um mesmo dia é possível ouvir que a educação carece de rigor ou que os alunos são sobrecarregados e estressados, mas, claramente, a importância da lição de casa é um debate em curso.

É importante olhar para todas as opções. Deve-se considerar também em quais circunstâncias deve se passar lição de casa, quando você deve passar e como fazer de forma significativa.

Aqui, alguns pontos a serem avaliados:

Quanto maior a idade, melhor
Os pesquisadores estão divididos sobre os benefícios da lição de casa, mas a maioria concorda que a lição de casa é menos eficaz para alunos do ensino fundamental. Harris Cooper, pesquisador da Universidade de Duke, descobriu que a lição de casa não está ligada a bons resultados para alunos do ensino fundamental, embora seja significante para bons resultados de alunos mais velhos. Existem várias explicações para isso. Os alunos mais jovens se distraem facilmente e são mais dependentes dos pais para ajudá-los com a lição de casa.
Tanto a Associação Nacional de Educação e do PTA Nacional recomenda que os alunos recebam cerca de dez minutos de lição de casa por noite, de modo que 10 minutos seja um tempo razoável para um aluno da primeira série e até 120 minutos para um aluno do ensino médio.

Considere os recursos dos alunos
Outra preocupação com a lição de casa é que ela pode reforçar a desigualdade. Dados do Programa de Avaliação Internacional de Estudantes têm mostrado que os estudantes do ensino médio de famílias de alta renda tendem a passar duas ou três horas mais sobre lição de casa a cada semana do que os estudantes de famílias de baixa renda. Estudantes de famílias de alta renda são mais propensos a ter um lugar mais calmo para estudar e têm pais que são altamente envolvidos na sua educação.

Dicas para a lição de casa

Envolver os alunos
Os alunos não gostam de temas de casa, porque eles vêem isso como um trabalho tedioso, mas a maioria vai apreciar o desafio de um trabalho significativo. Inicie uma discussão com seus alunos sobre estes trabalhos. Saiba quanto tempo eles estão gastando em casa e o que estão achando.

Seja claro com os pais
Alguns pais gostam menos da lição de casa do que os alunos. Alguns argumentam que ela interfere com o tempo da família e impede as crianças de brincar e dormir tanto quanto deveriam. Outros temem que a falta de dever de casa indica os seus filhos não estão sendo desafiados. Seja claro com os pais, especialmente aqueles de alunos do ensino fundamental, sobre quanto tempo deve tomar a lição de casa. Além disso, deixá-los saber o quanto o envolvimento dos pais que você espera.

Considere alternativas
Se seus alunos lutam para completar a lição de casa, procure um método melhor. Se os estudantes não têm um bom lugar para fazer lição de casa, há um programa na escola ou algum lugar no colégio onde eles possam trabalhar? 

Outras dicas importantes:

A lição de casa deve ser uma exceção, não a regra;

Uma boa lição de casa deve ser uma extenção do conteúdo visto em sala de aula;

Enquanto os pesquisadores discordam sobre a eficácia dos trabalhos de casa, quase todos concordam que a boa instrução em sala de aula é a chave para a educação. Se os seus alunos estão aprendendo o que devem em sala de aula, não se sinta que você tem que atribuir lição de casa.

O Desafios da Educação é uma iniciativa voltada a líderes e gestores de Instituições de Ensino, que tem como objetivo compartilhar experiências e discutir as melhores práticas em Educação.

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