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Tecnologia e sentimentos conectados para um melhor aprendizado

30/09/2014 -

Estar antenado às tendências em educação é parte importante do trabalho de um gestor, especialmente se ele quiser garantir que a instituição em que trabalha siga sendo inovadora. Ou, mais desafiador ainda, que se torne um exemplo de inovação. Há alguns dias, falamos da importância das palavras de incentivo para a mentalidade acadêmica dos estudantes. Desta vez, o foco é no que a emoção pode fazer para ajudar os alunos em seu processo de aprendizado. Levante o braço quem nunca escutou um amigo falar que, se pudesse, faria a faculdade de novo. Isso não é uma pergunta… Para aproveitar ao máximo a oportunidade, às vezes é preciso mais do que vontade. E, em tempos de educação a distância, porque não uma ajuda tecnológica?

Esse é um dos pontos de Eric Horowitz, um pesquisador em educação que se questiona em um texto recente se a tecnologia deveria ir mais além e, em alguma medida, interferir nos sentimentos dos alunos no que tange à educação. À primeira vista, a ideia pode parecer um pouco assustadora – como assim mexer nas emoções dos estudantes? -, mas não é por aí. Não estamos falando de implantar um chip nas pessoas, mas de tornar a experiência de ensino mais atrativa com a ajuda da tecnologia, para que os alunos possam tirar um melhor proveito do conteúdo. Afinal, não é segredo para ninguém que muitos professores têm dificuldades em descobrir como cada estudante aprende melhor.

featured18@wdd2xProfessores e gestores poderão atrelar emoção à tecnologia em suas aulas multimídia
Fonte: Web Designer Depot

Para Horowitz, pesquisas sobre como emoção, aprendizagem e tecnologia se conectam é um terreno fértil, e dele pode sair uma solução para professores e gestores. Ainda que não interfiram diretamente nos processos cognitivos de cada estudante, imagens e sons das aulas multimídia podem ser ajustadas de forma que influenciem o estado de espírito de quem está do outro lado, tornando o processo todo mais atraente.

Os estudos nesse campo ainda estão começando, e alguns pesquisadores já mostraram que nem sempre mexer com os sentimentos colabora para o aprendizado. Algumas pesquisas sugerem que as emoções podem impedir a codificação e a recuperação da informação, enquanto outras afirmam que o ato de sentir algo requer um certo trabalho do cérebro, o que pode acabar deixando o órgão sem recursos para o aprendizado. Outras dizem que, ao induzir emoções nas aulas multimídias, a tecnologia poderia desviar a atenção do aluno. Há, porém, pesquisas que dizem o contrário e que acreditam que tudo é uma questão de ajuste.

Um estudo, bastante avançado e feito em diferentes países, provou que emoções positivas podem sim ajudar o estudante no aprendizado quando aplicadas na tecnologia, no nível do design, por exemplo. O experimento em questão queria entender o efeito da emoção positiva em uma tarefa e, para isso, levou em consideração, na primeira aplicação, os resultados de 188 alunos da New York University em uma aula de imunização. Os estudantes foram separados em quatro grupos. Um grupo teve uma emoção positiva induzida antes da aula; um segundo grupo teve a emoção positiva induzida pela lição, ou seja, durante a aula, por meio de um conteúdo feito com cores quentes, formas arredondadas e olhos em objetos inanimados; um terceiro grupo recebeu uma emoção positiva induzida antes e durante a aula; e um quarto grupo não teve nenhum estímulo, ou seja, acessou um conteúdo neutro, em cinza e com retângulos.

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No futuro, câmeras dos computadores poderão reconhecer o estado de espírito dos alunos
Fonte: Gallery Hip

Qual não foi a surpresa quando os cientistas descobriram que a emoção positiva, antes e durante a lição, resultou em uma maior aprendizagem em relação à emoção neutra? Além disso, o incentivo durante a aula se mostrou muito mais eficaz do que aquele feito antes. Por durar mais tempo, teve o seu efeito prolongado, ajudando os alunos a fixarem melhor o conteúdo. Segundo os próprios estudantes pesquisados, seu desempenho melhorou porque graças à utilização de cores quentes, sons e animações no conteúdo multimídia, a tarefa parecia menos difícil, o que aumentava sua motivação em resolvê-las.

Pode parecer meio cedo para falar em induzir emoções pela tecnologia, mas o que esse estudo quer mostrar é que um conteúdo trabalhado da forma certa, com cores, formas, sons e animações, recursos que tornam um conteúdo multimídia realmente interativo, podem fazer muita coisa pelo aluno. E, se pensarmos no futuro, com a ajuda de câmeras, esse tipo de incentivo poderia fazer bem mais. Por meio delas, seria possível saber, por exemplo, o estado de espírito do aluno e, uma vez identificado nervosismo ou falta de atenção, o conteúdo poderia ser modificado afim de ajudá-lo no aprendizado.

E você, já pensa nesse tipo de estímulo para os seus estudantes? Acredita que a tecnologia possa fazer mais do que conectar instituições, professores e alunos? Compartilhe conosco suas ideias e assine nossa newsletter para ficar por dentro das novidades.

O que você precisa saber sobre o connected learning

26/09/2014 -

Você conhece o connected learning? Bem, talvez não esteja familiarizado com a expressão, mas certamente já ouviu falar sobre o conceito, pois ele está intimamente ligado ao uso da tecnologia na educação. Essa é uma abordagem educacional que se baseia na abundância de informação e nas conexões sociais oriundas da inclusão digital. Com consciência de que os estudantes aprendem mais quando têm um real interesse no conteúdo, esse modelo valoriza o compartilhamento desses interesses com seus pares e mentores, assim como direciona o aprendizado para oportunidades e para o reconhecimento. O site Edudemic elencou alguns princípios da aprendizagem conectada, a fim de esclarecer melhor essa proposta.

O aprendizado conectado com outras áreas da vida do estudante é uma das propostas do connected learning.  Fonte: Moyer

O aprendizado conectado com outras áreas da vida do estudante é uma das propostas do connected learning.
Fonte: Moyer

- Igualdade, socialização, participação: com esses princípios, esse tipo de ensino evita a exclusão de alguns alunos, aumentando significativamente o interesse do estudante no conteúdo.
- Tecnologia: o connected learning se apoia nas possibilidades trazidas pela internet para conectar as mais diversas áreas da vida do estudante com o aprendizado, criando novas experiências educativas.
- Criação: a produção de conteúdo, o compartilhamento de propostas e a criação de grupos e networks são amplamente valorizados.
- Experimentação: um dos princípios desse tipo de ensino é incentivar o aluno a colocar a mão na massa e experimentar de forma prática o que aprende o máximo possível.
- Engajamento: os interesses de cada estudante são valorizados e utilizados, a fim de mantê-lo empenhado no processo de aprendizado.
- Comunidade: Um dos propósitos mais interessantes do connected learning é promover a participação da comunidade escolar (no caso de instituição física) ou da família e da rede de amigos do estudante na sua educação. O encorajamento por parte de pessoas queridas não apenas mantém o aluno estimulado como é uma ótima fonte de feedback.
- Aprendizado dinâmico: o ensino não ocorre apenas na sala de aula, mas em casa e na comunidade. Essa proposta é bem próxima de alguns modelos de educação a distância e educação híbrida, não? Uma das grandes apostas para o futuro.
- Navegando: as redes e mídias sociais são vistas como uma forma de conectar pessoas com objetivos parecidos, seu uso é estimulado para que os aprendizes compartilhem informações e também seus interesses em comum.

A participação de uma rede de amigos torna essa experiência ainda mais rica e prazerosa para o estudante.  Fonte: Campus Connect

A participação de uma rede de amigos torna essa experiência ainda mais rica e prazerosa para o estudante.
Fonte: Campus Connect

As palavras-chave do connected learning, portanto, são: experiências, comunidade, tecnologia e interesses. Seus valores são a equidade, a participação e a conexão social. Esse é um tipo de ensino que se apropria de forma muito proveitosa da realidade atual dos alunos e das possibilidades promovidas pela tecnologia. E parece ser mais um dentre os vários caminhos que nos levam ao futuro da educação.

E você? Já utilizou algum desses princípios com seus alunos? Compartilhe conosco suas experiências com o uso do digital no aprendizado e, para conhecer outras possibilidades advindas da parceria entre educação e tecnologia, assine nossa newsletter.

 

 

Como abraçar as diferenças culturais dentro da sala de aula

22/09/2014 -

As salas de aulas em universidades vêm se transformando cada vez mais em espaços multiculturais. Políticas de cotas ou bônus, programas de financiamento e concessão de bolsas permitem que parcelas da população que antes não tinham acesso ao ensino superior hoje ocupem lugares nas faculdades. Para que se adaptem a esse novo cenário, professores e gestores precisam aprender a lidar com diferentes culturas e toda a diversidade de valores, crenças e histórias que estará presente na sala de aula.

Muito mais do que promover uma postura de tolerância entre os alunos, é importante buscar a inclusão de todos os estudantes. A igualdade não é benéfica apenas para os discentes, mas também para a instituição. Quanto mais o aluno se sente integrado ao meio, menores as chances de desistência do curso. É necessário criar um vínculo entre o aprendiz, o mestre e a universidade. O site Edudemic reuniu algumas estratégias para implementar a gestão culturalmente responsável nas instituições de ensino.

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Universidades terão cada vez mais diferenças culturais
[FONTE: UCSF]

O primeiro passo é reconhecer que não somos todos iguais nas nossas origens, mas que a universidade tem o mesmo dever com todos. Haverá diferenças entre estudantes brasileiros e intercambistas, negros e brancos, ricos e pobres. No Paraná, por exemplo, constatou-se que os alunos cotistas levam mais tempo para concluir os cursos, mas eles abandonam menos os estudos do que seus colegas não cotistas. Um professor ciente dessa realidade terá mais possibilidades de facilitar o envolvimento e a retenção de cada grupo até o fim da carreira acadêmica.

A empatia será uma grande aliada no estabelecimento da igualdade entre alunos de diferentes origens culturais. O professor nunca pode supor que um estudante está enfrentando dificuldades por ser desinteressado, incompetente ou despreparado. É possível, por exemplo, que um aluno tenha mau desempenho porque sua família não o apoia em seus estudos. Esse aluno precisará de maior incentivo dentro da própria instituição, que deverá valorizar em dobro seus esforços, já que isso não ocorre em sua vida pessoal. Também é possível que o estudante sofra por enfrentar preconceitos em relação a suas origens. No Rio Grande do Sul, houve resistência aos alunos indígenas na universidade federal, e coube ao corpo docente intervir na situação.

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Todos podem encontrar seu lugar na universidade
[FONTE: Pedagogiando]

Conflitos são inevitáveis em tempos de mudanças, e os professores atuarão como mediadores nas transformações que seguirão ocorrendo na educação. Até 2016, as cotas para minorias seguirão aumentando, diversificando cada vez mais nossas salas de aula. A gestão culturalmente responsável cumprirá um papel importante na manutenção de todos esses estudantes na vida acadêmica. Embora não haja fórmula certeira para garantir que todos os alunos se sentirão integrados, a principal dica é estimular a curiosidade cultural. Os professores e a instituição devem trabalhar em prol da comunicação aberta entre docentes e discentes. Se há diferenças culturais na sala, é melhor falar sobre elas. Faça perguntas, dê espaço a debates e comentários de cunho pessoal, permita que diferentes culturas interajam e se conheçam. Todos sairão ganhando.

Se você já precisou lidar com diferenças culturais dentro de sua instituição, compartilhe conosco a experiência. E assine nossa newsletter para receber notícias e reflexões sobre o futuro da educação.

O que os estudantes esperam da tecnologia na educação?

19/09/2014 -

A tecnologia está cada vez mais intimamente ligada à educação. Tanto é que, dentro das universidades, sejam elas presenciais ou a distância, a informática começa a exercer papel importante na vida de professores e estudantes, sendo até mesmo alvo das mais altas expectativas por parte desses. O estudante Kyle Rother, da High Point University (Carolina do Norte, Estados Unidos), publicou na EdTech Magazine um artigo no qual relata os anseios seus e dos colegas a respeito do uso de ferramentas tecnológicas em sua vida acadêmica, bem como o que espera do trabalho dos profissionais da tecnologia da informação (TI).

Com a presença cada vez mais forte da tecnologia em sua rotina, estudantes começam a criar novas expectativas para a informática.  Fonte: Computer Majors

Com a presença cada vez mais forte da tecnologia em sua rotina, estudantes começam a criar novas expectativas para a informática.
Fonte: Computer Majors

De acordo com a perspectiva do estudante, a função do setor de informática se torna ponto crítico a partir do momento em que novos programas e plataformas passam a fazer parte da rotina acadêmica. Para Kyle, apesar de o senso comum acreditar que quanto melhor a equipe de TI, menos se percebe a sua existência, essa lógica se inverte na área da educação. Afinal, tanto professores quanto estudantes necessitam de suporte e orientação para que sua prática absorva cada vez mais naturalmente essas novas formas de aprendizado. Alguns pontos destacados por ele são:

• Uso de dispositivos móveis: a possibilidade de acessar e-mail, site da universidade, notas e cronogramas a partir do celular é crucial para que o aluno mantenha-se conectado e busque informações sobre seus estudos em qualquer lugar e a qualquer momento.

• Serviços, além de soluções: para ele, os profissionais da informática devem, além de resolver problemas relacionados à tecnologia e apresentar soluções para a instituição, prestar serviço aos estudantes. Afinal, para que o aluno desfrute completamente das possibilidades da educação online, é preciso que ele obtenha algum suporte nessa área, tanto para aprender a utilizar ferramentas, quanto para resolver eventuais dificuldades.

• Treinamento para professores, tutores e gestores: muitos profissionais estão ainda se adaptando às novas tecnologias na área da educação e é essencial que recebam acompanhamento para que aprendam a usar ferramentas, softwares e plataformas em sua plenitude. A universidade de Kyle utiliza a plataforma Blackboard e, de acordo com ele, essa é a forma pela qual ele acessa suas notas e avaliações durante o semestre, a qualquer momento. Um profissional adequadamente treinado pode conhecer melhor todas as funcionalidades desse sistema, facilitando ainda mais a vida do estudante e tornando o trabalho do educador mais eficiente.

O código HTML é uma linguagem de marcação utilizada para criar páginas na internet.  Fonte: WixBlog

O código HTML é uma linguagem de marcação utilizada para criar páginas na internet.
Fonte: WixBlog

Uma outra perspectiva

Além das demandas enumeradas por Kyle, um estudo realizado nos Estados Unidos trouxe mais uma luz sobre o que os estudantes esperam da tecnologia: aulas de código e programação de computadores. Dos pesquisados, 59% gostariam de saber trabalhar com códigos (como o HTML, por exemplo), ao passo que apenas 23% possuíam conhecimento a respeito de pelo menos um tipo de linguagem de programação. O interesse dos estudantes se justifica não apenas por sua rotina, cada vez mais ligada a programas de computadores, mas também porque eles acreditam que, muito em breve, a capacidade de trabalhar com códigos será exigência na maioria dos currículos.

A área de programação na informática é um mercado em crescimento. O interessante é que, quanto mais a educação se apropria da tecnologia da informação para formar profissionais de todas as áreas, mais profissionais de TI são necessários para suprir a demanda de programas e plataformas. Ou seja, vale a pena pensar em trazer o desenvolvimento dessas habilidades para a formação acadêmica dos estudantes. Quem sabe um dia o trabalho deles poderá contribuir ainda mais para as transformações na área da educação?

E você? O que espera da tecnologia a serviço do aprendizado? Divida conosco suas expectativas e, para manter-se sempre informado sobre os novos desafios da educação, não deixe de assinar a nossa newsletter.

 

 

 

A importância das palavras de incentivo para a mentalidade acadêmica

17/09/2014 -

Você certamente já ouviu por aí que uma imagem vale mais do que mil palavras. Mas quando se trata de educação, ciência centrada no poder da palavra – tanto escrita quanto falada e ouvida –, esse ditado popular não se aplica. Na aprendizagem, palavras de incentivo podem ter um resultado realmente efetivo nos alunos, melhorando inclusive seu desempenho acadêmico. É o que mostram algumas pesquisas do PERTS, sigla para Project for Education Research that Scales, ou, na tradução livre, Projeto de Pesquisa em Educação de Escala.

Segundo alguns dos estudos, se ditas no momento certo, palavras de incentivo podem efetivamente ajudar os estudantes no seu processo de aprendizado. Tal prática tem como objetivo atingir o que os especialistas chamam de mentalidade acadêmica, termo que descreve como os alunos pensam o ensino e sua própria aprendizagem. Segundo o pessoal do Perts, todo mundo tem essa tal de mentalidade acadêmica.

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Palavras ditas na hora certa podem influenciar no aprendizado
FONTE: Uzinga

De acordo com uma diretora do projeto, Carissa Romero, os alunos com uma “mentalidade de crescimento” acreditam que podem ficar mais inteligentes, por isso se esforçam e adotam as estratégias corretas de estudo. Já os que possuem uma mentalidade fixa tendem a ver a inteligência como algo imutável. Diferente dos primeiros, cujo objetivo é aprender, os estudantes do segundo grupo querem apenas provar que são inteligentes. Na sala de aula, esses são os alunos mais desafiadores para os professores, uma vez que encaram o esforço como uma prova de falha e por isso tendem a desistir perante a um obstáculo.

Feito em 2013, o estudo focou nesse segundo grupo e procurou descobrir se, expondo uma mentalidade de crescimento aos alunos de percepções fixas, eles teriam um melhor desempenho. Durante dois meses, 250 mil estudantes da Khan Academy receberam, aleatoriamente, três tipos de mensagens de crescimento enquanto frequentavam o site: uma realmente incentivadora, outra tipo padrão e uma terceira com uma argumentação científica de incentivo. Um quarto grupo não recebeu nenhum tipo de mensagem para funcionar como grupo de controle. O tipo de mensagem encaminhada para cada aluno permaneceu a mesma ao longo de dois meses para que os pesquisadores pudessem medir como elas afetaram a proficiência dos alunos.

godspeakMentalidade acadêmica existe e pode ser estimulada por gestores e professores
FONTE: Portal Advento

O resultado foi que as mensagens de mentalidade de crescimento aumentaram o número de conceitos que os alunos dominavam em 3%. Os outros tipos de instruções não tiveram nenhum efeito significativo. Em outro experimento, alunos em situação de risco participaram de uma única intervenção de mentalidade acadêmica online durante 30 minutos e tiveram notas satisfatórias ao longo de todo o semestre, uma taxa de aproveitamento 14% maior do que seus pares no grupo controle.

Esses são só alguns resultados de pesquisas do gênero, mas eles já mostram que a mentalidade acadêmica é um conceito importante para professores e gestores prestarem atenção. E, mais do que isso, que algumas palavras ditas nas horas certas podem ajudar os estudantes a alcançarem os resultados desejados por todos. E você, já aplicou alguns preceitos da mentalidade acadêmica, usando palavras de incentivo com alunos e professores? Conte para gente e assine nossa newsletter para ficar por dentro das últimas novidades.

 

O Desafios da Educação é uma iniciativa voltada a líderes e gestores de Instituições de Ensino, que tem como objetivo compartilhar experiências e discutir as melhores práticas em Educação.

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