Eventos e notícias sobre o futuro
da educação voltados a líderes
e gestores de Instituições
de Ensino Superior

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Belo Horizonte recebe encontro de lideranças para debater os rumos da educação

23/04/2014 -

Acontece no mês que vem mais um Encontros de Lideranças: Desafios da Educação, desta vez, na cidade de Belo Horizonte. O evento, que reunirá líderes e pensadores da área de educação, marcará o lançamento da Análise Setorial do Ensino Superior Privado 2014, documento que já se tornou referência no setor. O encontro está marcado para o dia 15 de maio no Clarion Hotel Lourdes e conta com a parceria da Hoper Educação, grupo formado por empresas especializadas no segmento da educação pública e privada no Brasil que atua em consultoria de gestão universitária e em estudos e pesquisas de mercado no setor educacional.

Como um dos principais convidados do encontro, Belo Horizonte receberá Jay Bhatt, presidente e CEO da Blackboard que vem ao Brasil pela primeira vez. Bhatt irá compartilhar com o público as principais tendências para o ensino do futuro, baseando-se em sua vasta experiência na área e em uma aprofundada pesquisa realizada pela equipe da Blackboard. Já que a educação está passando por grandes transformações, gestores e educadores precisam conhecer as soluções tecnológicas que vão moldar os próximos anos da vida estudantil.

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“Ser parte da convergência desta transformação na educação e na tecnologia que está por todos os lados… é uma paixão para mim”, diz Jay Bhatt

A palestra que vai abrir o dia será de João Vianney. O Consultor da Hoper em Educação a Distância e Doutor em Ciências Humanas pela UFSC falará sobre modelos flexíveis e maior competitividade na educação a distância. Numa época em que cada vez mais instituições de ensino superior começam a atuar no setor de EAD, pode ser um desafio conquistar espaço nesse cenário em ebulição. Será necessário, para os novos cursos, desenvolver abordagens em modelos, catálogo, tecnologias inovadoras e flexibilidade para se firmar em um mercado tão dinâmico. João Vianney abordará as melhores estratégias para as instituições que estão dando os primeiros passos nesse caminho.

Em seguida, Adélia Martins de Aguilar, Diretora de Produtos Educacionais da Kroton Educacional, discutirá a nova sala de aula e as expectativas do estudante multimídia. Os jovens que já nasceram e cresceram no mundo digital têm aspirações muito diferentes de quem viu a Internet e os computadores engatinharem. Com uma experiência de mais de 25 anos no segmento, Adélia Aguilar abordará como ambientes digitais colaborativos favorecem a motivação dos alunos e tornam o ensino mais envolvente. Uma conversa essencial para os gestores de instituições de ensino dos dias de hoje.

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Ryon Braga é diretor-presidente da UniAmérica, sócio da Anima Educação SA e presidente do Conselho de Administração da Hoper Educação, do Instituto Hoper e do Instituto Anima

A manhã termina com a apresentação da Análise Setorial do Ensino Superior Privado 2014, documento de referência do setor que será comentado por Ryon Braga, Diretor-Presidente da UniAmérica e presidente do Conselho da Hoper Educação. Ryon, que já publicou diversos livros e participou do encontro de lideranças em Brasília, falará sobre os destaques da análise e sobre o que os dados representam para o setor. O evento contará, ainda, com a abertura de Matthew Small, Vice-Presidente Sênior da divisão Internacional da Blackboard e responsável pelo desenvolvimento global da empresa fora dos Estados Unidos e do Canadá.

O Encontro de Lideranças faz parte da iniciativa Desafios da Educação, que tem como objetivo reunir líderes para compartilhar ideias sobre o futuro do ensino no Brasil. Para se inscrever, clique aqui.

Anote o evento na agenda e participe. Se você quer saber mais sobre os rumos da educação no Brasil e no mundo, assine a nossa newsletter.

A biblioteca do futuro na era do ensino a distância

16/04/2014 -

A melhor parte de estar no olho do furacão de uma revolução tecnológica como a que a educação superior está vivendo é ter acesso às iniciativas mais criativas. Em tempos de ensino a distância e cursos online, não é de se espantar que uma peça chave das instituições de ensino também esteja em plena transformação. Estamos falando, é claro, das bibliotecas. Um recente encontro de dois dias sobre a biblioteca do futuro em Harvard, se não a mais importante universidade do mundo, uma das mais, é um excelente ponto de partida para conhecer e refletir sobre a biblioteca e o espaço, físico e intelectual, que ela ocupa na história da educação.

Historiador e primeiro diretor-executivo da Digital Public Library of America (Biblioteca Pública Digital da América, em tradução livre), Dan Cohen foi quem deu início ao evento e introduziu algumas impressões interessantes sobre o futuro. Para ele, a era digital está transformando as bibliotecas, que deixam de ser repositórios estáticos para serem plataformas dinâmicas, verdadeiros “sistemas modernos de descobertas”, que são abertos, interligados, internacionais e prontos para absorver a “digitalização em massa” que o futuro trará.

A DPLA está no ar desde abril de 2013 [Fonte: DPLA]

A DPLA está no ar desde abril de 2013
[Fonte: DPLA]

 Outros estudiosos do assunto presentes no evento em Harvard, como Rae Lynn Barnes, Maureen Callahan, Suzanne Kahn e Trevor Owens, creem que a ferramenta de auxílio nas buscas, tão essencial nas bibliotecas de hoje e de ontem, continuará a existir. E eles dizem mais: a ajuda estará no centro das bibliotecas e dos arquivos do futuro, e seu funcionamento será um híbrido entre o antigo e o novo. Se do lado digital teremos avançados sistemas de busca e a possibilidade de acessar conteúdo online, do lado analógico estarão os arquivistas, que continuarão tendo que investigar coleções bem o suficiente a ponto de descreverem o seu conteúdo, fornecer contexto e até mesmo uma sensação de plenitude para quem se interessa por uma obra.

Criada em 2010, a Digital Public Library of America, ou simplesmente, DPLA, é uma plataforma de internet gratuita que liga bibliotecas americanas, arquivos e museus. Atualmente, os usuários têm acesso a cerca de seis milhões de itens, três vezes mais do que quando a DPLA entrou no ar, há menos de 11 meses. Estudantes e a população em geral, não apenas a americana, estão a um clique de todos esses livros, imagens e artefatos oriundos de onze centros de serviços (Harvard é um) e de cerca de 1,2 mil pequenos fornecedores de conteúdo espalhados por 15 estados dos EUA.

Bibliotecas devem ser acessíveis, e não relíquias da humanidade [Fonte: De Rerum Natura]

Bibliotecas devem ser acessíveis, e não relíquias da humanidade
[Fonte: De Rerum Natura]

A DPLA é só uma das várias iniciativas que estão surgindo para transformar livros em bytes. No Brasil, o Grupo A é um dos apoiadores da Minha Biblioteca, um consórcio formado pelas quatro principais editoras de livros acadêmicos do Brasil. Grupo A, Atlas, Grupo GEN e Saraiva se uniram para oferecer às instituições de ensino superior uma plataforma de acesso a um conteúdo técnico e científico pela internet através da chamada computação em nuvem. Mediante uma mensalidade, as instituições de ensino superior podem oferecer a seus alunos um ambiente online para leitura dos principais livros acadêmicos do mercado. Além disso, tem o fator mobilidade: a Minha Biblioteca pode ser acessada em qualquer lugar pela internet, por meio de computadores, smartphones e tablets.

Outro bom exemplo de biblioteca do futuro é a Biblioteca James B. Hunt. Inaugurado há um ano, o local foi criado pelo escritório norueguês Snøhetta e é uma verdadeira obra de design. Além disso, a biblioteca adotou um conhecido terminal de busca de livros, chamado bookBot, que é todo feito por robôs. Ou seja, para cada livro solicitado dentro do catálogo, um robô é ativado no sistema de delivery para automaticamente buscar o livro. A tecnologia é a mesma vista em indústrias, mas seu uso em uma biblioteca é que é novidade. 

E você, conhece outros exemplos de biblioteca do futuro? Ou tem ideias mais inovadoras? Compartilhe conosco acessando a nossa newsletter.

O fim do bullying vai de políticas à tecnologia

15/04/2014 -

Não faz muitos anos que a palavra bullying chegou ao Brasil. Sua rápida adoção, no entanto, mostra como esse tipo de agressão já era conhecido por aqui, faltando-lhe apenas um nome definitivo. Tão recente quanto a palavra são os debates em torno do assunto e, sobretudo, as estratégias para combater essa postura violenta que prejudica milhares de estudantes, professores e gestores todos os dias.

É importante salientar que o problema, embora visível em colégios, não deixa de ocorrer nas universidades. Recentes estudos canadenses apontam que adolescentes violentos, muitas vezes, mantêm o comportamento na faculdade. O bullying no universo adulto, todavia, traz consequências até mais graves. De acordo com dados do Canadá, as intimidações ocorrem entre estudantes, entre professores, de estudantes para professores e vice-versa, e podem afetar carreiras profissionais, reputações e o futuro acadêmico da vítima. Naquele país, um quinto dos 2 mil entrevistados afirmou já ter sofrido bullying.

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[FONTE: Brock]

Nos Estados Unidos, o projeto de lei que regularia o bullying ainda não foi aprovado, e as universidades criam suas políticas conforme a necessidade surge. Algumas apostam em punições severas, enquanto outras preferem trabalhar com “abordagens informais”, reprimendas que não afetam a carreira acadêmica do estudante. Os dados norte-americanos também são alarmantes: estima-se que, a cada dia, 160 mil estudantes faltam às aulas por medo de serem vítimas de agressões.

Na tentativa de conter a violência, universidades têm criado políticas internas para reprimir o bullying. As estratégias variam, mas, no geral, são focadas na punição e pouco investem na prevenção de atos intimidatórios. No Brasil, instituições de ensino que não tomam providências ou não denunciam casos de bullying podem até ser obrigadas a pagar multa, embora a legislação varie de estado para estado e ainda não exista lei nacional sobre o assunto.

Tecnologia, uma via de mão dupla

Se o bullying é um problema antigo que existe desde antes de ganhar uma denominação, o cyberbullying pode ser considerado um problema velho com uma nova roupagem, outra forma de agressão que surge com as novas tecnologias.

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[FONTE: Tech trends] 

A intimidação via redes sociais, SMS e outras formas de mensagens online como WhatsApp é tão grave e perigosa quanto a violência física ou verbal. Felizmente, as mesmas tecnologias usadas para as agressões podem ser usadas para a prevenção e a denúncia de casos.

Nos Estados Unidos, mais de 80% dos adolescentes têm um telefone celular e perfil em alguma rede social. As estatísticas apontam que 1 a cada 6 jovens foi vítima de cyberbullying no último ano e, destes, apenas 10% procurou ajuda. A fim de facilitar a prevenção e a denúncia de casos de abuso, a Blackboard cedeu a todas as escolas interessadas do país um aplicativo que permite o relato anônimo de agressões.

Pelo celular, o estudante que sofre ou presencia o bullying, acessa o T!PTXT e envia um SMS anônimo à equipe responsável pela gerência do aplicativo na instituição. Eles poderão conversar em tempo real e tomar medidas imediatas. Toda a conversa fica gravada para posterior análise pela coordenação da universidade ou escola. O mais importante é que o anonimato encoraja aqueles que desejam denunciar, mas temem receber represálias.

Estas agressões sistemáticas podem ocorrer em qualquer ambiente, seja ele frequentado por crianças ou adultos. Cabe às instituições tomar providências para evitar que essas situações gerem traumas irreversíveis tanto no corpo docente como entre os discentes. Nessa jornada, a colaboração entre equipe e estudantes será fundamental, e quanto mais ferramentas estiverem à disposição daqueles que precisam de ajuda, maiores as chances de um resultado positivo. Se você tiver experiências relacionadas ao tema e quiser compartilhar conosco, escreva nos comentários.

E se quiser acompanhar outros debates sobre os desafios da educação e ficar a par das tendências da área, assine nossa newsletter neste link.

8 dicas simples para construir um cotidiano voltado ao sucesso

08/04/2014 -

Pessoas que têm grandes metas na vida sabem: não é tarefa fácil atingir nossos objetivos. É preciso persistência, força de vontade e, é claro, paciência. O site da revista de negócios norte-americana Inc. publicou uma lista de coisas que pessoas extraordinárias – ou seja, líderes, empreendedores, artistas de destaque – fazem diariamente, como uma receita de seu sucesso, e nós selecionamos algumas que possam ser relacionadas ao nosso campo. Estudantes que querem mudar sua vida por meio da educação, professores que sonham inspirar seus alunos e gestores que pretendem inovar e deixar sua marca no ensino, todos em busca de realizações pessoais e profissionais, podem se beneficiar dessas dicas. Simples, mas preciosas, elas são um bom guia para ter um dia a dia voltado para conquistas, mas sem deixar de lado outras áreas da vida.

Construir uma carreira sólida e bem-sucedida é trabalho de formiguinha e exige persistência.  Fonte: Symmetry

Construir uma carreira sólida e bem-sucedida é trabalho de formiguinha e exige persistência.
Fonte: Symmetry

#1 Avalie suas metas de longo prazo: antes de iniciar uma caminhada, é preciso saber onde se vai, não é? Reserve um momento do seu dia para imaginar onde pretende estar daqui a um, cinco ou vinte anos. É mais fácil persistir nos objetivos quando sabemos exatamente onde queremos que nossos sonhos nos levem. Esse tipo de atitude é especialmente válido para quem estuda a distância e que, em alguns momentos, depende unicamente de si próprio para seguir em frente. Professores podem ajudar os estudantes a traçarem essas metas e a tê-las sempre à vista.

#2  Examine seus planos diários: essa dica cai como uma luva para os alunos da EAD que organizam seu tempo de estudo e realização de tarefas acadêmicas de acordo com seu dia a dia. Uma lista do que fazer diariamente é crucial para a produtividade. Claro, nem sempre conseguiremos completá-la, mas até esse pequeno “fracasso” pode nos ensinar a compreender o próprio ritmo de aprendizado.

#3 Peça ajuda: professores e tutores são essenciais para ajudar os alunos em momentos de dificuldade, por menores que elas sejam. E mesmo os professores também podem precisar de ajuda e devem recorrer a seus superiores. Os educadores não podem hesitar em mandar um SOS aos coordenadores, que devem estar a postos para responder.

#4 Tenha um mentor ou seja o mentor de alguém: para professores e tutores essa é quase uma vocação, mas a dica é ótima também para alunos, que podem, por exemplo, aconselhar alguém que tenha interesse em sua área de estudo ou simplesmente um colega com dificuldade. Também, no ensino online, pode existir a figura do monitor, que se prontifica a ajudar os demais colegas. Por sua vez, o estudante pode buscar uma orientação especial em algum educador com quem se identifique. Essa interação não necessariamente precisa ser longa e profunda, mas mesmo alguns minutos do dia dedicados a ajudar ou ser ajudado na tomada de decisões pode fazer muita diferença.

#5 Desista de uma coisa ou outra: muitas vezes não percebemos, mas mais difícil do que ter ideias é abandonar as que talvez não deem certo. Pratique o desapego mental e foque nas possibilidades que têm reais chances de vingar, seja no seu trabalho ou na universidade. Não adianta se inscrever em várias as disciplinas e não conseguir dedicar-se a todas. E isso vale também para o educador, que deve evitar ficar muito sobrecarregado, prejudicando, assim, o tempo de atenção que pode dedicar a seus alunos.

#6 Continue estudando: uma das grandes chaves para o sucesso é permanecer sempre se atualizando e aprendendo coisas novas. A educação continuada não apenas mantém o cérebro ativo como também possibilita o acúmulo de habilidades que irão beneficiar sua carreira. Para quem não tem muito tempo livre para se dedicar às aulas presenciais, o ensino online oferece diversas opções de graduação e especialização com horários flexíveis e, por essa e por outras tantas características, vem ganhando cada vez mais adeptos.

A educação não poderia faltar nessa lista, e isso nos coloca no centro do problema. Ou seria, da solução? FONTE: Icanhas Internets

A educação não poderia faltar nessa lista, e isso nos coloca no centro do problema. Ou seria, da solução?
FONTE: Icanhas Internets

#7 Cultive outros interesses: não pense apenas no seu trabalho ou estudo, ainda que esses sejam uma fonte de prazer. Dê liberdade à sua mente e alimente sua imaginação. Certamente isso irá enriquecer o seu repertório e acabará influenciando positivamente sua carreira ou seu desempenho acadêmico de qualquer forma.

#8 Compartilhe algo incrível: pessoas extraordinárias sempre têm algo para compartilhar e coisas interessantes para dizer, sejam boas histórias, casos divertidos ou novidades. Seja também uma fonte de inspiração para as pessoas com quem convive. Use o espaço e o tempo que passa conectado com seus alunos ou com seus colegas de ensino a distância e divida com eles tudo aquilo que possa agregar além do conteúdo tradicional. As redes sociais estão aí pra provar que todo mundo adora trocar referências, impressões, opiniões e ensinamentos.

Às vezes, uma pequena mudança de atitude pode trazer mudanças positivas tanto no dia a dia quanto na realização de metas de longo prazo. Na área da educação, complexa e em constante transformação, frequentemente somos desafiados a fazer mais e fazer melhor. E são nesses momentos que respirar fundo e ter um bom plano faz a diferença. E você, tem alguma outra dica para compartilhar com a gente?

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Três tendências globais para a educação

04/04/2014 -

Semana passada, em Dubai, aconteceu o Fórum Global de Educação e Habilidades (GESF, Global Education and Skills Forum), encontro que visa reunir autoridades governamentais com líderes de negócios a fim de fortalecer os laços entre o setor privado e a área da educação. Um dos palestrantes no fórum foi Jeff Dunn, colunista e editor do site Edudemic, reconhecido canal de notícias do setor. Dunn traçou o que se acredita serem as três tendências globais da educação mundial:

#1 Já ocorrem mudanças globais entre os professores, mas elas são lentas
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Professores serão agentes ativos na transformação
[FONTE: Summer Institute]

Não há forma mais impactante de promover a adoção de novas formas de ensino e aprendizagem do que o velho boca a boca. Quando um professor testa, aprova e passa a usar uma nova tecnologia, ele faz questão de compartilhar a novidade com os seus colegas. Aos poucos, a notícia se espalha até atingir uma grande quantidade de docentes. Apesar de lento, esse processo não tem volta: seguindo o seu próprio ritmo, os professores se atualizam e se adaptam aos novos tempos.

#2 A colaboração deve ser de todos, não de uma minoria esforçada
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É importante que muitos participem
[FONTE: Blackboard]

São pontos que se complementam. Imagine o professor do primeiro exemplo: ele adota um novo aplicativo, digamos. Usa tal aplicativo em seu celular e em seu tablet. Permite e incentiva que alunos também se envolvam com tecnologia. Mas, quando vai passar o conselho adiante, encontra professores ou coordenadores de curso que não o incentivam. A cadeia do boca a boca se desfaz, e o conhecimento morre no ponto de largada.

Ou seja, para que o futuro chegue mais rápido, é preciso que todos estejam de cabeça aberta e dispostos a aprender o que há de novo. Desde os alunos, passando pelos professores, até os gestores e mesmo o governo. A mudança é coletiva e não individual.

#3 Pequenas empresas têm grande impacto
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Uma empresa que parece pequena pode crescer rapidamente
[FONTE: Blackboard]

Aplicativos vêm e vão, e por mais que algumas pequenas startups possam ter uma existência breve ou serem rapidamente compradas pelos gigantes da tecnologia, os aplicativos criados em “fundos de garagem” geram impacto na vida das pessoas. Ou seja, tem que quem veja os novatos e as pequenas instituições com descrédito, mas eles podem, sim, criar tecnologias que transformam a educação, mesmo que elas sejam transitórias. Faz parte do jogo: sempre vai surgir um aplicativo melhor para substituir aquele que foi pioneiro.

A perspectiva de Jeff Dunn é inédita por apresentar estes caminhos como comportamentos e pensamentos que precisamos fortalecer se buscamos uma verdadeira transformação na educação. Ter paciência com as mudanças, colaborar com os colegas e incentivar pequenas e individuais iniciativas é essencial em qualquer contexto e, em especial, no do ensino superior.

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