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6 habilidades que os professores de hoje precisam ter

27/09/2016 -

6 habilidades obrigatórias para os professores de hoje

Estar em uma sala de aula exige mais do que capacidade de concentrar e motivar a turma. Confira que habilidades o educador de hoje precisa ter.

1. Envolver-se na comunidade acadêmica.

Os professores podem ter, por vezes, uma existência muito solitária, porque a tutoria também ocupa o tempo antes e depois das aulas. Pode ser normal almoçar em frente da copiadora ou passar o tempo livre corrigindo provas e trabalhos. Enquanto profissionais, os professores precisam saber como aprender e crescer participando de sua comunidade. Nenhuma experiência é universal, por isso fazer networking com seus pares é uma forma importante de obter boas ideias e compartilhar seu próprio conhecimento. Isso pode ser feito de diferentes formas, inclusive participando de conferências de desenvolvimento profissional ou de tecnologia, por exemplo.

2. Entender como usar a tecnologia

Se você não ministra aulas em cursos EAD ou semipresencial, não é necessário se tornar um especialista. Mas com certeza precisa entender como a tecnologia funciona e como ela pode beneficiar a educação. Seus alunos são, sem dúvida, usuários de diversas tecnologias, e você também deve ser. Entender ao menos o básico sobre as ferramentas, aplicativos e softwares faz com que se descubra maneiras de aliviar sua carga de trabalho e se encontre outras formas de melhor envolver os estudantes.
Ainda tem dúvidas do poder da tecnologia no processo de aprendizagem? Veja como usar o celular como seu aliado durante as aulas.

3. Saber onde encontrar recursos úteis

Buscar blogs, sites e outros canais de conteúdo onde se encontre informação relevante para o campo de atuação. Online é possível participar de fóruns de discussão, onde se compartilha e se questiona, fomentando a participação na comunidade profissional.

4. Participar de redes sociais

No passado, os professores foram determinados a manter sua vida privada privada, mas isso mudou. Hoje, as redes sociais são utilizadas inclusive com os alunos em sala de aula ou para se comunicar com seus pais. Além disso, é possível se conectar instantaneamente com outros profissionais em comunidades locais e globais mais amplas.

5. Desenvolver habilidades de comunicação

A conectividade e o uso de mídias sociais exigem que os professores hoje sejam grandes comunicadores. Capacidade de se comunicar escrevendo e falando é mais importante ainda quando utilizada em blogs, vlogs, Linkedin ou mesmo por e-mail. Encontre referências online que possam servir como inspiração.

6. Continuar a ser um aprendiz ao longo da vida

O mundo está mudando rapidamente. Há poucos anos, quem pensaria em ver drones, carros de auto-condução ou impressoras 3D fora dos filmes de ficção científica? Os professores estão no centro do ensino e aprendizagem e, como personagens centrais, precisam buscar oportunidades para continuar aprendendo e adquirindo conhecimento. Os professores modernos sequer têm a desculpa de falta de tempo: webinars e aulas online sobre todos os assuntos estão disponíveis para que sejam cursadas quando e onde for mais conveniente. Então, encontre um curso online que pareça interessante e se inscreva.

Artigo traduzido e adaptado de Edudemic.

Como garantir o sucesso dos alunos nos cursos online

22/09/2016 -

Como evitar a evasão de alunos em cursos EAD

Estudantes geralmente optam por aulas a distância devido à flexibilidade e à conveniência. Mas nem todos acabam cursando efetivamente: as estatísticas indicam que aulas online têm uma taxa de abandono maior do que cursos presenciais. Embora existam alguns fatores pessoais que podem influenciar a decisão de um aluno em abandonar o curso, muitos outros estão relacionados com a instituição e seu nível de suporte. Essas barreiras podem ser superadas com planejamento, suporte técnico, apoio acadêmico, aconselhamento e disponibilidade de recursos para que o aluno tenha sucesso em sua aprendizagem. Além disso, na rotina, também é possível dar apoio ao estudante. Veja outras dicas para se manter presentes em cursos online.

Organização do curso

Muitos alunos acabam abandonando o curso porque se sentem sobrecarregados e, às vezes, frustrados com a quantidade de informação apresentada e com a forma como ela é apresentada. Os alunos podem experimentar uma “sobrecarga cognitiva” se o conteúdo não está organizado logicamente e o design não for claro ou fácil de seguir. Nesses casos, se gasta uma grande quantidade de energia mental apenas tentando descobrir como o curso está organizado e onde encontrar as informações. O bom design do curso irá minimizar a frustração e ajudar seus alunos a se concentrarem no conteúdo, em vez de focar nos problemas de navegação.

> Fornecer layout e navegação simples e consistentes. É recomendado que se use o mesmo modelo para cada módulo (por exemplo: visão geral, objetivos, leituras, visões etc);
> Para variar, apresente algumas informações por meio de vídeos ou gravações de voz, em vez de somente textos;
> Faça um vídeo para guiar o aluno, mostrando como funciona a estrutura e o layout do curso.

Alinhamento de expectativas

Muitos estudantes relatam se sentirem confusos em ambientes de aprendizagem online. É importante que as expectativas estejam claras, por isso, apresente seu curso de forma didática.

> Os instrutores precisam fornecer instruções detalhadas e muito explícitas sobre o formato do curso, atribuições, as expectativas, os critérios de classificação etc;
> Fornecer uma seção de “perguntas mais frequentes”, com uma lista de respostas que possam vir a ser procuradas;
> A ferramenta de teste pode ser utilizado para garantir a compreensão das responsabilidades do curso, conforme descrito no programa. Os alunos podem fazer várias vezes o teste sob pressão baixa, o que garante a confiança quando se utiliza a ferramenta para avaliação.

Preparação dos estudantes

Muitas vezes, a inscrição em um curso online é feita sem uma compreensão realista do que é preciso para ser um aluno bem-sucedido em uma sala de aula virtual. Esses ambientes de aprendizagem são mais adequados para aqueles que são autodisciplinados, motivados e sabem como gerenciar o seu tempo. Uma orientação para aprendizagem EAD e dicas sobre como obter sucesso no curso podem preparar melhor os estudantes.

A orientação estudante deve incluir discussões sobre:
> Habilidades técnicas;
> Compreensão dos ambientes de aprendizagem online ou híbridos;
> Habilidades de estudo;
> Gerenciamento de carga de trabalho;
> Comunicação;
> Recursos, incluindo ajuda técnica e outros recursos do campus;
> Vídeo introdutório de boas-vindas com uma apresentação pessoal do instrutor
> Biblioteca de recursos sobre questões que afetam o ensino, tais como gestão de tempo, uso de tecnologia etc.

Modulação do conteúdo

Os requisitos de carga de trabalho e de leitura em cursos EAD podem parecer assustadores para os alunos, especialmente se eles não têm boa administração do tempo e priorização de habilidades. Organizar o conteúdo em módulos e unidades de participação não só torna mais fácil a compreensão e memorização dos conceitos, mas também faz com que o estudo seja mais viável. Ao fazer isso, o instrutor pode apresentar conceitos complexos introduzindo as explicações em blocos, fazendo com que os estudantes compreendam, apliquem e memorizem o conteúdo. Ao incorporar as avaliações e feedbacks em cada módulo, os professores escalonam a aprendizagem dos alunos.

> Divida grandes trabalhos ou projetos em etapas menores, para ajudar os alunos a gerenciarem a carga de trabalho, e forneça feedbacks em cada etapa;
> Ofereça sessões de revisão ou vídeos para evitar lacunas de aprendizagem e esclarecer conceitos.

Humanização do curso

Um dos principais motivos apontados por alunos para justificar a evasão é a solidão ou isolamento. Aprender é uma atividade social: aprendemos por meio de interações e discussões. Na ausência de contato presencial, a aprendizagem online deve gerar oportunidades para interagir com os outros em curso. Humanizar a experiência por meio de interações pessoais e histórias é adicionar o toque humano a ela.

> Promova a apresentação dos alunos no início do curso;
> Crie uma comunidade de alunos: peça para que compartilhem perfis pessoais, histórias e experiências;
> Ofereça uma sessão de orientação ao vivo por uma ferramenta de webconferência para que o aluno possa interagir com o instrutor em tempo real;
> Invista em um fórum de discussão para interações sociais não relacionadas ao curso;
> Incentive o suporte entre os alunos;
> Incorpore nas tarefas trabalhos em grupo;
> Esteja disponível para que os alunos possam conversar com você sobre atribuições, discussões. Isso gera conforto para quando buscarem informações adicionais.

Artigo de Dr. Poonam Kumar, traduzido e adaptado de Faculty Focus.

Como utilizar dados nas decisões estratégicas da instituição de ensino

09/09/2016 -

big data e a internet das coisas

Os desafios que as instituições de ensino superior enfrentam são inúmeros e demandam investimentos em tecnologias e ferramentas que possam tornar as decisões ligadas a esses desafios mais assertivas. Uma das possibilidades é o uso do Big Data, análise de dados robusta, com alto poder de processamento, permitindo análises mais precisas de dados que antes não eram analisados ou sequer utilizados pelas instituições de ensino superior. Se aproveitados de forma inteligente, eles podem fornecer informações relevantes e apoiar decisões estratégicas.

> Saiba como vencer os obstáculos na adoção da tecnologia em sua instituição em nosso e-book gratuito

Hoje, com a disponibilidade desse tipo de análise, é possível fazer uso de tecnologias dentro da instituição de ensino, tais como o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), e extrair delas informações que ajudarão na tomada de decisão relacionada a novos investimentos, expansões do uso e diversificação de métodos. Por entender os dados relevantes, as instituições podem usá-los em seu favor, seja para atrair novos alunos pela qualidade da sua oferta, ou para reter e fidelizar esse público. Veja que metas podem ser atingidas com o uso de dados e da tecnologia. 

Afinal, embora a procura pelo ensino superior cresça, também há um grande número de desistentes nos primeiros anos da vida acadêmica. A inteligência de dados permite que professores e instituições de ensino tenham acesso a análises específicas, como desempenho do aluno por disciplina, histórico escolar, relatório de atividades complementares, notas, entre outras análises, que permitem ao professor enxergar o aluno como indivíduo e ter uma visão geral sobre o seu desempenho no curso; e a instituição, entender o perfil de determinados grupos e direcionar melhor seus investimentos, seja para retenção de conteúdo, novos processos educacionais, treinamentos dos professores, etc. Então, não há dúvidas de que a estatística, quando usada da forma correta, pode transformar a educação.

O que o futuro reserva?

Hoje, o Big Data pode ajudar instituições a superar problemas específicos para fornecer melhores serviços para o seu público. Mas, em pouco tempo, a conectividade permitirá que elas deem passos maiores usando inteligência, internet e a ampla disponibilidade de dados. É o que a Internet das Coisas (Internet of Things) permite. Relacionada à conectividade de objetos e sensores pela rede, quando associada ao Big Data, fornecerá ainda mais informações concretas aos gestores das universidades.

Diferente dos dias de hoje, em que os dados são produzidos primordialmente por sistemas de aprendizagem, com a IoT, as instituições poderão ampliar sua visão, revolucionando sua oferta e modelo de gestão, porque terão acesso a informações estratégicas que apoiarão a tomada rápida de decisão. Então, se você ainda não deu os primeiros passos em direção ao Big Data, corra e se prepare: o que vivemos hoje é apenas o começo de uma era de dados cada vez mais interligados pela rede. Afinal, a ampla conectividade não apenas mudará a forma como vivemos, mas gerará uma quantidade imensa de informações que se analisadas de forma precisa e inteligente poderão gerar grandes diferenciais competitivos.

Tenha em mente que é preciso começar, e o primeiro passo para iniciar um projeto de Big Data é entender que a análise deve fazer parte de uma estratégia ampla e de longo prazo. As instituições de ensino devem traçar objetivos, possuir ferramentas adequadas para posteriormente expandir o uso dos dados gradualmente – tendo em mente que o aluno, objetivo final da educação, precisa ser o principal beneficiado. Afinal, será o renome individual dele que tornará a instituição conhecida e reconhecida no mercado.

Artigo de Pavlos Dias, gerente da Blackboard do Brasil

Como mostrar presença nos cursos de educação a distância

30/08/2016 -

Como se manter presente no EAD

A sala de aula online pode ser um lugar solitário, devido à ausência do instrutor e de outros estudantes. Essa característica pode afastar o aluno ou afetar negativamente a aprendizagem. Felizmente, algumas medidas relativamente simples podem aumentar significativamente o elemento humano essencial para cursos de educação a distância.

Questionamentos essenciais

Quando se trabalha com instrutores para planejar um curso online, pode-se começar com as perguntas: “Como você projetaria esse plano se fosse uma aula presencial?” e “O que, então, pode estar faltando se o curso é online?”. Fazer perguntas como essas ajuda a reflexão sobre como manter a presença do instrutor durante o planejamento. Ou seja, se o grupo de trabalho é uma parte essencial de um curso presencial, deve também fazer parte da concepção de um curso a distância. Isso pode se resolver com o uso de ferramentas existentes para proporcionar oportunidades de interação entre a turma.

Pode-se utilizar aplicativos de áudio baseados em nuvem para permitir que um aluno grave e outros incorporarem comentários, facilitando uma conversação similar à presencial. Em um curso da área da saúde, um estudante pode indicar em áudio um diagnóstico e plano de tratamento, para que outros alunos adicionem comentários a ele, por exemplo.

Ao projetar um curso online, também é importante estar ciente das expectativas dos alunos com base em suas outras experiências. A televisão e a internet são bons indicadores de estratégias utilizadas para capturar a atenção das pessoas. Vídeos curtos e pequenos pedaços de informação são formatos utilizados em entretenimento que podem ser incorporados em sala de aula. O público está exposto a uma certa quantidade de coisas visuais acontecendo. Ele está voltado a encontrar todas as informações que precisam no momento. Tem que ser pesquisável. E tem que ser atraente – o que não significa adicionar alguns emojis.

Os alunos estão acostumados a clicar no entorno de uma página e olhar apenas para a informação desejada. Então, no processo de design, não é necessário criar módulos que forcem os estudantes para a próxima etapa. Eles conseguem fazer, sozinhos, escolhas sobre o que querem ler e quando, porque os alunos adultos buscam aprender sobre algo que é importante para eles naquele momento.

Os vídeos também ajudam a criar presença. Eles podem variar de um curto vídeo de boas vindas de cinco minutos até a uma palestra inteira capturada. (Se o instrutor fica tímido em frente à câmera, recomenda-se neste caso o uso de um avatar, junto com a gravação de sua voz.)

Outros vídeos também podem colaborar: uma indicação de conteúdo complementar em outra plataforma, como o YouTube, pode adicionar presença sem qualquer necessidade de o professor gravar a si mesmo. Uma alternativa também é criar em PowerPoint ou similares uma apresentação narrada, uma maneira relativamente simples de estar presente.

Veja cinco formas de ajudar os alunos a terem sucesso nos cursos EAD.

Artigo de Rob Kelly, traduzido e adaptado, originalmente publicado em Faculty Focus.

A importância de dominar a tecnologia na educação a distância

18/08/2016 -

EAD

Pesquisas apontam que o ensino híbrido ou semipresencial pode ser mais efetivo do que o tradicional por estimular trocas de conhecimento entre os alunos

Por Pavlos Dias*

O blended learning, conhecido no Brasil como ensino semipresencial ou híbrido, não é uma novidade. Usado há quase 20 anos, o termo foi ouvido pela primeira vez foi no mundo corporativo para definir um tipo de curso que permitia a trabalhadores continuarem seus estudos sem prejudicar a rotina. Com a popularização no Ensino Superior, por trazer a mesma flexibilidade para a educação – de profissionais que podem continuar estudando, ou de estudantes que podem trabalhar –, o semipresencial está presente em diversas instituições de ensino brasileiras.

> Leia também: A educação online precisa formar competências

Misturar o EAD com encontros presenciais trouxe uma nova experiência para estudantes, principalmente no que se refere à qualidade da educação. E é comprovado: o semipresencial traz resultados mais efetivos que o tradicional. Um estudo conduzido pela Atilim University em 2015, na Turquia, com um grupo de 110 estudantes mostrou isso. Os estudantes realizaram as aulas de Introdução a Computação no presencial e online e disseram ter aprendido mais no EAD, por causa do compartilhamento de informações nos fóruns, vídeos e imagens que apoiavam os exercícios facilitavam a retenção do conteúdo. Diferente do presencial, em que o professor expõe o conteúdo, fomenta uma discussão (em que nem todos precisam participar) e os alunos vão para casa pesquisar e fazer seus trabalhos, no EAD, o estudante acessa o material em qualquer hora e lugar, e do mesmo modo, inicia seus trabalhos e projetos; além de ter mais interação com o educador. No entanto, por melhor que seja o curso a distância, ainda é preciso vencer os preconceitos sobre a qualidade dos cursos, conteúdos e docentes.

Cada vez mais as instituições brasileiras oferecem cursos na modalidade para atender um gap da sociedade – de pessoas que moram longe das universidades, trabalham em horário comercial, têm família, e dispõem de horários alternativos para se dedicar aos estudos. Além disso, as instituições conseguem centralizar o ensino no estudante, promover debates no ambiente online, e os alunos podem seguir o próprio ritmo de estudos. Diferente do presencial, onde as aulas acontecem no horário marcado e a aprendizagem é mensurada pelo desempenho do grupo e não do indivíduo, o EAD permite acompanhar de perto o desenvolvimento do aluno. Mas, para que os resultados aconteçam, o professor/tutor precisa ter familiaridade com novas tecnologias para estar mais próximo do estudante.

O ensino a distância traz um debate amplo sobre a necessidade contínua de qualificação do corpo docente. Quando se fala em adoção de Tecnologias da Informação para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o treinamento de professores precisa ser visto como uma necessidade tão comum quanto a especialização dele na sua área de atuação. Afinal, eles serão a vitrine do investimento da instituição no ambiente virtual de aprendizagem, e, se souberem usar bem a tecnologia, os alunos também serão motivados a fazer o mesmo. Gerando, assim, resultados reais de aprendizagem.

Não tem como fugir de tecnologia quando se fala em EAD – seja 100% online ou híbrido. E, embora as instituições de ensino tenham um papel fundamental em oferecer capacitação, o corpo docente também pode tomar algumas iniciativas para investir na própria aprendizagem sem depender 100% da instituição. Alguns exemplos são os cursos online, formação de grupos de estudos com colegas mais ‘heavy users’, e leituras sobre como integrar as TICs com as novas metodologias ativas de aprendizagem.

Por fim, é preciso ressaltar que o docente tem um papel fundamental na educação a distância, e não é só de mediar discussões e compartilhar conteúdos, mas de enxergar o estudante como um indivíduo que tem dúvidas, certezas e incertezas. Por isso, o seu papel não será substituído pela máquina, pelo contrário. Da mesma forma que quadro negro e o livro complementaram o seu papel em sala de aula, a tecnologia fará o mesmo. E, ela precisa ser enxergada como um meio de trazer qualidade à educação, que é a ponte para a conquista de objetivos profissionais e pessoais dos alunos.

* Pavlos Dias é Gerente Nacional da Blackboard Brasil

O Desafios da Educação é uma iniciativa voltada a líderes e gestores de Instituições de Ensino, que tem como objetivo compartilhar experiências e discutir as melhores práticas em Educação.

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