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Quase 60% dos adolescentes usam seus próprios dispositivos móveis na escola

25/05/2015 -

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Com a internet cada vez mais próxima da sala de aula, é importante aproveitar o potencial da ferramenta para auxiliar no ensino. No recente relatório Speak Up, do Tomorrow Project, foi constatado que a experiência de aprendizagem para os alunos é altamente colaborativa e personalizada graças aos dispositivos móveis, como smartphones e tablets, e o conteúdo digital.

Ao longo dos últimos anos, segundo o Speak Up, mais alunos e administradores mostram a importância de acessar os dispositivos móveis na sala de aula, seja através de seus próprios aparelhos ou através da tecnologia fornecida na escola.

Este ano, quase metade dos professores (47%) disseram que seus alunos têm acesso regular aos dispositivos móveis em suas salas de aula. Entre os estudantes do ensino médio, 58% por cento disseram usar seu próprio aparelho celular na escola para auxiliar na aprendizagem.

“O relatório deste ano estimula novas discussões em torno do uso efetivo das ferramentas digitais, recursos e conteúdo para apoiar na aprendizagem dos alunos”, diz Julie Evans CEO do Tomorrow Project.

Percebendo esta tendência, a Blackboard lançou o Blackboard Mobile Learn, aplicativo que, em parceria com as instituições, permite ao usuário acessar suas tarefas, realizar testes, fazer comentários em blogs e verificar notas. 

O ambiente de aprendizado combinado estimula o uso de dispositivos móveis em sala de aula. Confira mais no próximo post.

 

5 maneiras criativas para ajudar os alunos com TDAH a prosperarem na sala de aula

19/05/2015 -

Recentemente, o NY Times publicou um artigo intitulado: “Uma correção natural para o TDAH”. Neste texto, o Dr. Richard Friedman, professor de Psiquiatria Clínica e Diretor da Clínica Psicofarmacologia no Weill Cornell Physicians, explora a neurociência por trás do TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade).

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TDAH na sala de aula foi considerado um tema controverso por muito tempo
Por um lado, os defensores de intervenções farmacêuticas como a Ritalina e Adderall confirma que os medicamentos ajudam os alunos a concentrar-se em sala de aula e gerenciam melhor suas atividades em casa. Muitos professores consideram estes medicamentos essenciais em termos de gestão de sala de aula e alguns estudantes não tratados podem desencadear discussões em sala e exigir que o professor dispenda muita energia apenas para manter a ordem em aula.
(Porém, convém notar que o TDAH se manifesta de muitas formas e afeta também os alunos mais calmos uma vez que muitas vezes não é diagnosticada precocemente.)
Por estas razões, não é incomum ouvir professores, pais e até mesmo os próprios estudantes se referirem aos medicamentos para tratar o TDAH como um “milagre”.
No entanto, ao ler a seção de comentários de um artigo escrito em apoio a esses medicamentos, lemos muitas pessoas contando histórias de medicações utilizadas inadequadamente. O TDAH é frequentemente utilizado como um diagnóstico para todos os problemas comportamentais percebidos. Muitos pais e alunos descrevem que se sentem pressionados a tomar a medicação e, muitas vezes os alunos mais humildes não recebem outros recursos além do prescrito.
Cada professor ou conselheiro conhece a frustração que resulta quando um aluno tem TDAH e uma família rejeita a rotina de medicação. Muitos profissionais acreditam que o tratamento de TDAH com medicação é como tratar a depressão, ansiedade e qualquer outra condição que surge no cérebro.

5 abordagens criativas
1. Faça você
Muitos alunos com TDAH respondem melhor a aprendizagem “prática”: muitas vezes é melhor “fazer” em vez de “contar”. Manipular pelas, digitar em um computador, fazer desenhos para um livro da aula, estudar ciências em um laboratório, participar de feiras ou ainda ser “professor por um dia”, essas atividades auxiliam a construir e desenvolver a confiança. Porém é importante ressaltar que nem todos os alunos com TDAH respondem bem a este método. Deve-se envolver cada aluno na modalidade que mais se afina a eles.

2. Varie a rotina
Se sabemos que os alunos com TDAH estão sempre em busca de algo novo, por que não usar isso a seu favor? Torne a “leitura” um pouco mais curta e faça com que os alunos variem as atividades. Embora seja importante manter a organização para os alunos com TDAH, mudar a rotina de vez em quando ajuda a evitar o tédio. Incentivar estes alunos a pegarem atividades extracurriculares também pode ser útil, uma vez que permite que eles se concentrem em suas paixões e realizem diferentes tarefas ao longo do dia.

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Mudar a rotina pode ser o primeiro passo.

3. Coloque alguns movimentos nos seus planos de aula
Há muitas maneiras criativas de incorporar o movimento em sala de aula. Ao revisar questões para um próximo teste, experimente jogar uma bola para os alunos que deseja chamar em vez de chama-los pelo nome. Interpretar grandes cenas da história fará com que os fatos e as datas “sejam gravados” mais profundamente pelos alunos, assim como atuar e “sonorizar” alguns personagens ajudam quando você estiver ensinando uma turma a ler. E nunca subestime o quão divertido pode ser simplesmente sair da mesa, se esticar e dançar um pouquinho!

4. Ensinar Mindfulness – A atenção plena
Mindfulness ensinado em sala de aula está se tornando uma técnica cada vez mais popular, e que pode ser particularmente útil para os alunos com TDAH. Exercitar a atenção plena e a dedicação ao que se está fazendo no momento ajuda o estudante a saber quando é hora de parar por um momento e refletir sobre o que você disse previamente.

5. Crie um programa de tutoria ou mentoring
Todos os estudantes merecem atenção individual e personalizada, mas os alunos com TDAH precisam de atenção extra no desenvolvimento de suas ferramentas e estratégias para aprender em sala de aula. Turmas menores seriam ideais, mas um programa de tutoria ou mentoring também é bastante útil para a escola. Com uma atenção direcionada, os alunos com TDAH terão alguém para auxiliar em seu progresso e, ao mesmo tempo ajudando-os a desenvolver as qualificações de que necessitam para atuarem bem a escola e fora dela.

O Veredicto
Os alunos com TDAH são muito inteligentes e possuem grande potencial se receberem os recursos de que precisam para prosperar. Isso pode significar medicação, mas também significa trabalhar duro para encontrar o ensino personalizado e as estratégias comportamentais necessárias. No final, só uma abordagem diferenciada e multifacetada irá revelar-se eficaz, ainda mais se essas abordagens contarem com uma rede de apoio diversificada.

Fonte: http://www.edudemic.com/5-ways-to-help-students-adhd/

A educação online precisa formar competências

08/05/2015 -

Enquanto alguns educadores receberam as novas tecnologias como ferramentas a serem incorporadas em seu método de trabalho sem causar mudanças profundas, outros perceberam as novas possibilidades como essencialmente transformadoras, capazes de alterar a lógica interna do ensino. Neste grupo, encontra-se Ryan Craig que, em artigo para a revista Wired, defendeu a redefinição do conceito de competência como pedra fundamental do futuro da educação.

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A atuação online não pode ser apenas acessório a velhos métodos: ela transforma
[FONTE: Fractus Learning]

Segundo Craig, um dos fundadores da University Ventures, empresa voltada a análises e inovação em universidades, existe uma grande diferença entre “ensino a distância” e “ensino online”. Quem se concentra na distância, tende a ver os novos métodos como reformulações de antigas táticas. Mas, quem enxerga o online como um novo espaço, entende que surgem novas abordagens e estratégias antes impossíveis. Além de ampliar o acesso à educação – oferecendo-a a qualquer um com uma conexão à internet – o ensino online desloca o foco da absorção de informações e o coloca na aquisição de competências.

Essa mudança inverte também o processo de desenvolvimento de cursos: para Craig, não se deve começar pela súmula da disciplina. Os educadores precisam estabelecer quais as competências que desejam ver em seus alunos e, tendo-as como meta final, elaborar a súmula de conteúdos que os levarão até lá. Elimina-se, assim, o risco de repassar conhecimento que não poderá depois ser aplicado à realidade, e garante-se que os estudantes se formarão prontos para sua área de atuação.

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O primeiro passo deve ser a definição do objetivo final
[FONTE: bottlesurf]

Nesse novo cenário, o fracasso em testes se torna irrelevante. Os alunos não são avaliados pela quantidade de informação que foram capazes de memorizar. Eles simplesmente continuarão estudando até que consigam dominar a competência em questão. Eventuais fracassos fazem parte do caminho e podem servir como aprendizado.

No futuro, é possível que uma instituição que estabeleça competências a serem alcançadas possa abandonar velhas medidas como horas de aula, créditos e pontuação: o que estará em jogo são as habilidades que o aluno é capaz de demonstrar, independente de quantas horas ele precisou para chegar ali. Entre as competências do profissional contemporâneo, estarão pensamento crítico, solução de problemas, raciocínio lógico e numérico e a busca por informações.

Embora ainda exista bastante resistência a transformações tão profundas, Craig acredita que a simplicidade da nova proposta vai conquistar tanto gestores quanto professores e alunos. Não basta substituir “distância” por “online”, será necessário adotar mais transparência e abraçar a inovação. Uma receita demorada, mas com sucesso certeiro. Se você já pensa em transformar sua instituição, compartilhe conosco suas ideias.

Como aprimorar o uso das funções executivas do cérebro no aprendizado

04/05/2015 -

O cérebro está no centro do aprendizado quase sempre. Embora outros fatores relacionados ao contexto e ao histórico do aluno também sejam relevantes na hora de aprender, as funções cognitivas têm papel sempre importante na retenção e na organização do conteúdo assimilado. Já falamos aqui sobre como utilizar a memória operacional para incrementar o aprendizado e, hoje, falaremos um pouco sobre a relação entre o ensino e as funções executivas do cérebro, ligadas ao córtex pré-frontal. Esse é um termo amplo utilizado para designar o gerenciamento e a regulação de processos cognitivos que passam por raciocínio, resolução de problemas, planejamento e execução de tarefas, bem como pela própria memória de trabalho. Todas essas funções são essenciais para a aquisição de conhecimento, e algumas estratégias podem ser utilizadas para torná-las mais efetivas na vida acadêmica do estudante.

As funções executivas estão relacionadas ao córtex pré-frontal Fonte: Body Literate

As funções executivas estão relacionadas ao córtex pré-frontal
Fonte: Body Literate

Uma metáfora interessante para explicar qual é o papel das funções executivas, tanto em nossos pensamentos como em nosso comportamento, é a comparação com um maestro em uma orquestra. O maestro irá escolher qual peça a orquestra irá apresentar, decidir em que tempo os músicos irão tocar, definir de que maneira interpretarão aquela peça e dirigir cada seção de músicos para que eles contribuam apropriadamente com a performance, no momento certo. Agindo como um maestro, as funções executivas coordenam as atividades relacionadas ao córtex pré-frontal. São elas que nos permitem ser ativamente autoconscientes, promovem a autorregulação, por meio de direção e coordenação, das diversas habilidades cognitivas necessárias para o nosso funcionamento momento a momento. Permitem o estabelecimento de metas e planos de longo prazo, além de sustentar nossa autoimagem e a consciência de sermos protagonistas de nossas ações e estarmos no comando de nossas atitudes.

Todas essas capacidades podem ser facilmente comparadas com os atos do aluno perante o ensino: o aprendizado consciente, a habilidade de gerenciar informações novas recebidas a cada momento, o estabelecimento de metas para seus estudos, a autonomia com relação à própria educação e, por fim, o aprendizado ativo, extremamente necessário no ensino a distância. Ademais, outros processos cognitivos relacionados às funções executivas podem ser de extrema importância no futuro, possibilitando que o aluno se torne um profissional diferenciado. A tomada de atitudes diante de situações urgentes é um exemplo disso. Como muitos recursos de nosso cérebro, portanto, o uso das funções executivas pode e deve ser aprimorado e melhor desenvolvido.

Discutindo o conceito

A referência ao termo e a discussão sobre o conceito de funções executivas são uma boa estratégia para despertar no aluno o interesse sobre o uso mais efetivo desses processos cognitivos para melhorar seu desempenho. Promova discussões sobre como estar consciente de seus pensamentos e no comando de seu aprendizado, o que leva ao sucesso tanto na vida acadêmica quanto em outras áreas da vida do estudante.

Colocando o cérebro para trabalhar

Atividades centradas no estudante são as que mais promovem o uso das funções executivas. Permita que os estudantes tenham opções e escolhas que os motivem e os desafiem. Promova a redação de artigos com temática aberta, por exemplo, na qual estudantes escolhem não apenas o assunto, mas a base teórica de seu trabalho. Além de deixar as funções executivas afiadas, isso permite ao aluno ter plena consciência de estar no comando de seu aprendizado.

As atividades que permitem ao aluno criar um planejamento e estratégias para superar desafios incrementam as funções executivas.  Fonte: Tuition

As atividades que permitem ao aluno criar um planejamento e estratégias para superar desafios incrementam as funções executivas.
Fonte: Tuition

Promova o planejamento

Uma das habilidades que só são possíveis graças às funções executivas é o planejamento a longo prazo, bem como a previsão de eventuais dificuldades. Faça dessa uma etapa na realização de projetos, com os alunos não apenas criando um cronograma, mas pensando nos desafios que irão surgir e nas estratégias que irão utilizar para superá-los.

Os erros fazem parte do processo

Detectar e corrigir enganos também só é possível devido às funções executivas do nosso cérebro. Deixe claro para os estudantes que o erro é uma grande oportunidade de aprendizado, em primeiro lugar. E que superar as dificuldades são grandes conquistas acadêmicas.

Regras facilitam o desenvolvimento

Um ambiente inadequado pode prejudicar todo o trabalho voltado para o desenvolvimento cognitivo. Essa estratégia vale tanto para a sala de aula física quanto para a virtual. No ensino a distância, no entanto, essa é uma regra de ouro: organização e regras pré-estabelecidas são extremamente necessárias para que o estudante tenha autonomia durante seu aprendizado. Para incrementar as funções executivas do cérebro, a lógica é a mesma. Para que o aluno se sinta seguro para fazer escolhas e tomar atitudes, é necessário que o ambiente de aprendizado o incentive a agir dessa forma, sendo bem planejado e sem surpresas durante o processo.

E a sua instituição de ensino procura considerar os processos cognitivos do aluno na criação de cursos e currículos? Incentiva sua autonomia durante o aprendizado? Reflita sobre o tema e não deixe de compartilhar conosco suas impressões.

 

 

 

Quatro maneiras de tornar as ciências exatas irresistíveis

29/04/2015 -

É quase consenso que as ciências exatas costumam exercer menos fascínio sobre os jovens do que as ciências humanas. Áreas como tecnologia, engenharias e matemática tendem a atrair menos interesse dos alunos conforme eles avançam na carreira escolar, o que resulta na crescente demanda por profissionais do ramo. Mas com ideias simples de pôr em prática, é fácil mudar esse cenário.

Como as ciências exatas se tornam cada vez mais requisitadas e lucrativas, é necessário que gestores e professores de universidades das áreas relacionadas reflitam sobre como manter os alunos no curso. Para isso, o maior motivador é o interesse pessoal de cada estudante, e o site Edudemic organizou uma lista de sugestões de como aproveitar isso.

Incorporar cultura pop no currículo
Aproximar-se de questões complexas das ciências exatas pode ser assustador. Uma maneira de facilitar o contato com esses problemas é associá-los a elementos da cultura popular de fácil assimilação. Alice no País das Maravilhas pode ser usado para estudos de matemática e lógica. O filme Gravidade, que trazia acertos e erros sobre viagens espaciais, pode ser um grande aliado das às aulas de Física e Astronomia, assim como Interestelar. E Neil Degrasse Tyson é uma das figuras mais populares quando se fala em ciências espaciais.

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O astrofísico Neil Degrasse Tyson é símbolo de entretenimento científico
[FONTE: Contioutra]

Seguindo essa linha, inúmeros seriados e temas recorrentes da ficção científica podem servir de ponto de partida para discussões sérias. Para falar de inteligência artificial, não faltarão livros nem filmes. Um embate entre poderes de super-heróis com embasamento científico vai ter apelo junto aos fãs de histórias em quadrinhos. Mesmo o apocalipse zumbi se torna mais interessante – e assustador – com ajuda da ciência.

Mostrar a relevância
Muitos alunos têm dificuldade em relacionar o que aprendem nas disciplinas de ciências exatas com a sua vida rotineira. Mas não será difícil mostrar que os princípios científicos estão muito mais presentes do que parecem. É a ciência que levou os transgênicos às prateleiras dos supermercados, que desenvolveu vacinas e remédios, que permitiu a criação de sistemas de saneamento básico e de irrigação na agricultura, que nos permite acompanhar a previsão do tempo com razoável nível de acerto.

Nossa vida é intermediada pela ciência em quase todas as esferas. Dois desafios podem ser propostos aos alunos: um seria escolher um objeto que eles usam todos os dias e investigar a ciência por trás dele (não é pouca tecnologia envolvida na fabricação de celulares, veículos automotores, elevadores ou microondas); outro desafio seria pedir que eles pensem nos processos diários que não envolvem ciência alguma, e pode apostar que esse será bem mais difícil de realizar.

Comece um debate
Até mesmo em uma área como a matemática, de cálculos exatos e respostas que se mostram simplesmente certas ou erradas, existe espaço para discórdia e debate. O que hoje nos parece banal, como a existência de números negativos (aqueles inferiores a zero) já foi motivo de muita polêmica no passado. Até hoje, a física quântica desperta defesas e ataques apaixonados por cientistas igualmente bem preparados.

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Os números negativos com os quais estamos tão habituados já foram polêmica
[FONTE: Wikipedia]

Na sala de aula, ou mesmo fora dela, em ambientes virtuais que permitam a colaboração entre os colegas e com o professor, há diversos debates que podem suscitar conversas enriquecedoras. É possível questionar as possibilidades e os temores dos avanços na robótica, perguntar se o desenvolvimento da energia nuclear compensa a criação da bomba atômica, se o contato constante com a tecnologia afeta nossa maneira de pensar, se a exploração espacial trouxe benefícios que justificam seus gastos e assim por diante.

Permita que os alunos façam escolhas
Em tempos de ensino personalizado, os professores enfrentam o desafio de lidar com cada estudante dentro de suas necessidades e interesses particulares. Embora a tarefa possa ser exigente, deixar que os alunos direcionem seus estudos conforme suas paixões pode facilitar o trabalho do educador e motivar o aprendiz.

A turma provavelmente se dividirá em grupos de interesse variados. Os leitores buscarão temáticas em livros, os esportistas poderão estudar ângulos e forças, os músicos abordarão matemática ou leis da física, um fotógrafo se dedicará à luz. A variedade pode enriquecer as aulas, e o professor sempre tem a opção de guiar os assuntos conforme o currículo. Mesmo no que diz respeito aos conteúdos obrigatórios, o educador pode personalizar a experiência de cada aluno com ajuda da análise de dados, que lhe mostrará quem já dominou uma certa área da física, mas ainda precisa de ajuda em cálculo, por exemplo.

Enquanto os educadores estiverem motivados, os alunos encontrarão estímulo e interesse nas áreas exatas. Se você já inovou no ensino de ciências na sua instituição, compartilhe conosco a experiência.

O Desafios da Educação é uma iniciativa voltada a líderes e gestores de Instituições de Ensino, que tem como objetivo compartilhar experiências e discutir as melhores práticas em Educação.

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